segunda-feira, 9 de julho de 2018

9 de julho de 1933 - Ordenação sacerdotal de Dom Gabriel na cidade de Roma


O sacerdote-ministro é da Igreja e para a Igreja. Quando “sacrifica” a vida de Cristo, o  faz como homem da Igreja e para a Igreja, não como indivíduo particular, isto é, sob sua própria e exclusiva responsabilidade. Por isso, se o ato de “imolar a vítima”, ainda que “sacramental” (sempre real, sem dúvida), fosse “criminosa”, por falta de qualquer título ou de direito ou de “poder”, então toda a Igreja seria responsabilizada, seria “ré” de um “atentado” contra a vida de Cristo.
† Dom Gabriel Paulino Bueno Couto, O.C - Servo de Deus

domingo, 3 de junho de 2018

Sacrifício


Não haveria melhor nem mais “pacífico” “sacrifício” do que o oferecido por CRISTO, no exercício permanente de seu sumo e eterno sacerdócio. Constituído pelo Pai, cabeça da humanidade, princípio fim de todos os seres criados, nada existiria que superasse dele nenhum ser criado e que exigisse, por conseguinte, que algo se fizesse para que, ao se oferecer a si mesmo, como Sacerdote supremo e hóstia perfeito do universo, tudo, realmente, estivesse nele presente, e assim nada e ninguém, de fato, faltasse na sua única e perfeita oblação.
† Dom Gabriel Paulino Bueno Couto, O.C - Servo de Deus

domingo, 20 de maio de 2018

Espírito Santo



Um só Corpo e um só Espírito..., só Senhor... um só Deus; ensina o Apóstolo (Ef. 4,4ss). O Espírito une porque é o Espírito de Deus; o ESPÍRITO consagra, isto é, nos santifica (2Cor 1,22), porque é o Espírito do Deus Santo. Toda a ação do Espírito Santo em nós, filhos de Deus, consiste em achegar-nos a Deus, colocar-nos em comunicação viva com Deus, introduzir-nos nas profundezas sagradas e pôr à nossa disposição “os segredos de Deus” (1Cor 2 2,10ss). É no Espírito Santo que temos o conhecimento vivo de Cristo e confessamos pela vida e pela palavra que “Jesus é o Senhor” (1Cor.12,3),  o único Redentor dos cosmos e da história”a única e plena resposta de Deus aos verdadeiros anseios do homem, de imortalidade, de paz, de ... ! (cf.Vat.II GS 43).
† Dom Gabriel Paulino Bueno Couto, O.C - Servo de Deus

domingo, 22 de abril de 2018

Felicidade


O homem quer VIVER. A VIDA, porém, ele a entende como sinônimo de FELICIDADE.
Ë um fato universal: todo homem procura a felicidade. Ë o desejo expresso em todas as línguas e em todas as horas: Seja feliz! Muitas felicidades! Ë o voto que acompanha os seres queridos: Feliz viagem! Feliz exame! Feliz casamento! O desespero mais sentido e que leva muitas vezes ao suicídio é, sem dúvida, o de sentir-se privado da felicidade ou distanciado demais dela. Não será exagero afirmar que o homem, seja ele quem for, em todas as Idades de sua vida, vive condicionando-se pela felicidade.
† Dom Gabriel Paulino Bueno Couto, O.C - Servo de Deus

domingo, 18 de março de 2018

O HOMEM E A QUARESMA


Estamos na Quaresma. Ao inicia-la, foi-nos posto sobre a cabeça um pouco de cinza e ouvimos umas palavras diferentes: “Lembra-te, homem, de que és homem e ao pó hás de voltar”, ou “faze penitência e crê no Evangelho”. Assim a Igreja, pelos nossos pastores, nos convida a viver na Quaresma de um modo diferente, lembrando-nos, para isso, a brevidade da vida: não perder, por conseguinte, tempo e mudar e mudar o rumo da vida!
Jejuns, abstinências, obras de caridade, orações, todo um programa de vida está traçado para o tempo da Quaresma, que, piedosamente executado cria disposições ótimas para celebrar com o máximo rendimento espiritual o acontecimento maior da história da nossa salvação, a Páscoa do Senhor!
Alguém poderia perguntar: A quaresma é um tempo para SE VIVER ou somente um espaço de tempo, rico de práticas religiosas, de celebrações litúrgicas, postas à disposição dos fiéis católicos que querem praticar sua religião de um modo mais concreto ou mais sistemático?
Na sua mensagem para a Quaresma, o Santo Padre João Paulo II responde: “O cristão, de fato, chamado pela Igreja à oração, à penitência e ao jejum, ao despojamento de si mesmo, interior e exterior, ao por-se diante de Deus, “reconhece-se e redescobre-se a si próprio”.
† Dom Gabriel Paulino Bueno Couto, O.C - Servo de Deus