domingo, 1 de março de 2015
O Homem e Cristo
A Igreja subsiste, precisamente porque o Filho de Deus se fez homem por amor ao homem, padeceu e morreu por amor do homem, ressuscitou e subiu ao céu por amor ao homem.E continua, neste mundo, na sua Igreja, por amor do homem. O que é, com efeito, a Igreja senão Cristo Jesus, Filho de Deus e de Maria Virgem, no mistério de sua vida comunicada pela fé e pelo batismo ao homem?
† Gabriel Bueno Couto, O. C. - Bispo de Jundiaí - Servo de Deus
domingo, 22 de fevereiro de 2015
Renúncia
Aula de D. Gabriel – Servo de
Deus - 04/abril/1979
Temos
que agradecer a Deus pela graça de descobrirmos a vida d’Ele hoje e podermos
viver assim.
Por
que renunciar? Porque aprendi que meu coração deve ser só de Deus, e, se ele
está preso a muitas coisas, não é de Deus. Daí a necessidade de renunciar.
Queremos ser todos de Deus, ter tudo sem ter nada. Renunciando experimentamos
se somos capazes de amar a Deus sobre todas as coisas.
Não
é pecado possuir coisas, mas sem elas estamos livres e sentimos a alegria de
viver livres para amar a Deus. Com um pequeno desprendimento recebemos um mundo
de satisfação de Deus. Deus não nos priva das coisas para sofrermos, mas para
amá-lo. A força vem d’Ele. Precisamos sentir que somos capazes de renunciar.
Não
é renunciar para ser pobre, mas para criar em nós a libertação para amar a Deus
sobre todas as coisas. Se não fizermos aqui este desprendimento, o faremos na
outra vida.
Nem
todos estão dispostos a isto, e o processo é lento.
Ser
desprendido é tornar-se capaz de amar despreocupadamente, é ter o coração
desapegado.
Cristo
e Maria – amor desapegado a serviço do Pai.
Nossa
vocação é amar a todos, sem fazer de ninguém um ídolo; é amar com amor de
desprendimento.
Amar
a mãe com amor de Deus – ver Deus nela. Quando colocamos Deus acima de tudo os
outros não nos entendem. O grande conflito que hoje existe é porque procuramos
ser autênticos e amar a Deus sobre tudo.
O
princípio de Deus é libertar o homem.
Estamos
no lugar certo, no caminho certo, vivendo uma realidade que é única e integral,
com consagração absoluta a Deus, deixando-nos absorver inteiramente por Cristo
– vida inteiramente dedicada ao irmão.
† Gabriel Bueno Couto, O. C. - Bispo de Jundiaí
– Servo de Deus
terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
Relações com Deus
Aula de D.
Gabriel – Quarta Feira de Cinzas -
07/março 1979
Na
quarta-feira de cinzas (a quarta-feira anterior foi 4ª feira de cinzas), o que
vale é a imposição do sacerdote. Devemos receber as cinzas para dar testemunho
de que participamos – mostrar aos jovens que há outro divertimento – que a
alegria deles está errada. Devemos dar o testemunho de que um cristão pode
participar da alegria do filho de Deus, fermentar os ambientes, levar criaturas
para Deus, ficar no mundo sem ser do mundo.
A
Caridade corrige, desculpa, anima. A Caridade é a garantia de que estamos
certos.
Proclamar
ao outro a mentira em que vivem. Assumir Cristo para viver d’Ele – corrigir as
falsidades em nós porque não somos infalíveis – corrigir-me e assumir a
realidade de filhos de Deus.
É
a verdade de um pai que diz o filho que ele está errado – é a verdade
carinhosa.
Somos
chamados a dar testemunho de Cristo, que é a verdade para a qual devemos viver.
A
verdade é que nos unindo a Cristo é que nos libertaremos – não adianta querer
contentar o mundo.
Deus
está sempre presente
1)
Cristo reside na minha alma – minha alma tem uma vida própria e não pode
depender dos sentidos – ela mesma pode elaborar sua vida espiritual – devemos
ter, no sofrimento, uma alma tranquila. A alma não pode ficar dependente do
corpo ou das intempéries do tempo. A alma sofre as limitações do físico, mas,
aí vou enriquecendo o meu espírito.
2)
Toda relação com Deus, em Cristo, se verifica no espírito e não no corpo, mas
através do corpo. É no espírito que se faz a intimidade entre mim e Deus. A
palavra se projeta no meu espírito: “Eu amo Deus” – é a circulação de amor no
meu espírito.
Estou
em estado de graça porque estou com Deus. Toda vida eterna localiza-se no
espírito. Lá falo com Ele, me comunico com Ele. Basta pensar, não precisa
falar. Dialogo com Deus onde eu quiser. A intimidade se faz no segredo do
coração. Acostumar-se com essa intimidade faz o segredo das coisas.
3)
Ninguém está sabendo o que se passa na minha alma. O que pensa meu espírito? Somos
livres, não precisamos dar satisfação a ninguém. Nem de longe suspeitam, nem
por um processo psicológico podem saber o que se passa no meu espírito. Ninguém
pode enganar o seu olhar, não posso esconder meu olhar, mas meu pensamento é
outra coisa.
Sou
livre, na vida espiritual, para fazer tudo o que eu quiser, sem me preocupar
com o que os outros pensem de mim. Meu diálogo com Deus é só meu, sem a
preocupação de que o outro pense que eu estou falando com Deus.
4)
A vida própria do espírito é a vida de Deus. A alma é que dá vida ao corpo. A
Verdade e o Amor são a vida da alma. Trago em mim a fonte da vida que é Deus.
† Gabriel Bueno Couto, O. C. - Bispo de Jundiaí
domingo, 25 de maio de 2014
MAIO - MES DE MARIA
AVE MARIA
Quando rezamos a AVE
MARIA, dirigimo-nos a Nossa Senhora, declarando já desde o início, como
costumamos fazer de algum modo em nossos encontros pessoais de amizade, que a
conhecemos e que gostamos de conversar com ELA: “Alegrai-vos, cheia de graça, o
Senhor é convosco bendita sois vós entre as mulheres, bendito é o fruto do
vosso ventre, Jesus”. Não lhe pedimos nada, simplesmente lhe dizemos que
sabemos quem ela é e que somos felizes em o saber: filha de Deus perfeita,
Imaculada e Santa desde o princípio de sua existência, Virgem forte do poder de Deus, que se fez sua Mãe,
“sacramento” do seu infinito amor, que nos atrai a ele e nos salva, fazendo-nos
seus filhos.”Salve”, exclamamos então,
“alegrai-vos,“0 Maria!” Não pedimos nada. Esquecemos nossos sofrimentos,
privações, silenciamos nossas angústias, até nossos pecados deixam de nos
afligir e nos silêncio que se faz no
nosso espírito ouvimos Maria, a Mulher bendito, responde à nossa saudação a
cantar: “A minha alma engrandece o Senhor e o meu espírito exulta em Deus, meu
Salvador, porque olhou para a humilhação de vossa serva. Sim! Doravante as
gerações todas me chamarão de bem-aventurada, pois o Todo-poderoso fez grandes coisas por mim. O seu nome é
santo, e sua misericórdia perdura de geração em geração, para aqueles que o
temem”. (Lc 1,46-50). É, então, que lhe abrimos o nosso coração, felizes por
termos contemplado e ouvido nossa Mãe no enlevo de sua divina maternidade,
possuída por Deus de uma maneira única e maravilhosa, por toda a eternidade!
Surgirão, então espontâneas, do nosso coração e aflorarão aos nossos lábios,
súplicas filiais, muitas, tantas quantas forem nossas necessidades: por mais
numerosas que sejam, acolhem-nas o Coração da Mãe de Deus, revelação perfeita
do Coração daquele que é o Deus-Amor, que se fez fruto bendito de seu seio
imaculado, Jesus: “Rogai por nós pecadores, AGORA e na HORA DE NOSSA MORTE!
AMEM!
† Gabriel Bueno Couto, O. C. -Bispo de Jundiaí
sábado, 19 de abril de 2014
Sábado Santo - Abril/1979
Maria sabia que Cristo iria ressuscitar e mesmo
assim sofreu a dor de ver Jesus Cristo na cruz – sofreu as dores da morte.
Como Maria deveria ter se sentido nesse dia? Na
volta para casa fez a via sacra ao reverso. Sua dor vai se redobrando.
Passar o dia em união com Maria, fazer companhia a
Nossa Senhora. A dor de Maria era a dor do Amor. Isso nos prepara para a
ressurreição.
Ressurreição é a nossa vida, síntese da vida de
Jesus – troca da vida por outra onde vive plenamente a realidade de Filho de
Deus.
Cristo veio refazer o homem – Cristo nasceu de
Maria, sustentou o nada do homem (sofrer era o nada do homem) e este não era o
plano de Deus. Cristo assume isto.
A morte na cruz é a declaração de que o homem morreu
e como é filho de Deus não fica na morte, mas passa por ela e ressuscita.
Só vivemos porque Cristo ressuscitou e porque
estamos unidos a Ele.
† Gabriel Bueno Couto, O. C. -Bispo de Jundiaí
quarta-feira, 12 de março de 2014
O HOMEM E SUA TRANSCEDÊNCIA
- “Na realidade o mistério do homem só se torna claro verdadeiramente no mistério do VERBO ENCARNADO. Com efeito, Adão, o primeiro homem, era figura daquele que haveria de vir, isto é, de Cristo Senhor. Cristo, o novo Adão, na mesma revelação do mistério do Pai e de seu amor, manifesta plenamente o homem ao próprio homem, tornando-lhe patente a sua vocação altíssima. Não é portanto de se admirar que em Cristo estas preditas verdades atinjam sua fonte e seu ápice” (Vat. II-GS 22).
- Para quem crê realmente e aceita, em virtude de sua
fé, a palavra do magistério supremo da Igreja, pronunciada pelo seu órgão
supremo, como é um Concílio Ecumênico e no caso, o Vaticano II, não há que
escolher: a verdadeira ANTROPOLOGIA, isto é, a ciência do HOMEM, a Igreja
a possui e de modo insofismável e em termos definitivos: expôs na
sequência de sua doutrinação conciliar e, em admirável síntese da
Constituição pastoral “a Igreja no mundo de hoje” (doc. “Gaudium et Spes” – GS).
- Desconhecer, “esvaziar”, reduzir mutilando, a ontologia do homem, como a Igreja no-la apresenta pelo Vaticano II e por outros atos do seu magistério, como as encíclicas dos Papas dos nossos dias, João XXIII, Paulo VI, João Paulo II, para, sobre os “escombros” que restam, construir o homem, a família e a sociedade humana, é expor-se ao completo fracasso...
- Um dos piores crimes contra o homem, hoje em plena e livre execução, que causa a mais trágica “deformação” de sua autêntica realidade. De sua genuína “ontologia”, é o de “o desnudar de sua real e autêntica TRANSCENDÊNCIA”, pensado o homem no simples contexto dos demais seres que, com ele, existem sobre a terra. Sua transcendência, então, vai se revelando e se afirmando a medida que ele, pela interação de todos os seus valores, em todas as suas dimensões, libertar-se a si mesmo, superando todas as escravidões, dentro da órbita em que está situado, no gozo pleno da liberdade, própria de seu ser humano.
- Não é essa, porém, sua real e autêntica transcendência. É outra: é participação da transcendência própria de Deus, decorrente do novo relacionamento com Deus, no insondável mistério do infinito amor de Deus pelo homem (cf. Vat. II-GS19). Deus, ao criar o homem, centro e ponto culminante de todas as coisas existentes na terra (cf. Vat.II –GS 12), não quis relacionar-se com ele mantendo-o na mesma condição de simples criatura, como as demais, que criou na terra. Além de dotar de dons, qualidades e energias, que o fizeram “naturalmente” superior em perfeição e criatividade a todas as outras criaturas da terra, DEUS, em seu misterioso e libérrimo plano de amor, fez mais: uniu o homem a si, constituindo-o seu FILHO e nessa misteriosa adoção de filho, deu-lhe participar de sua vida divina e de sua própria felicidade (cf. Vat.II-GS 21; João Paulo II-RH nº1).
- Assim é o Homem; está é a sua “ontologia” genuína e verdadeira, segundo os planos do único DEUS, VIVO e VERDADEIRO! Por ser não só “chamado” mas ser “de fato” FILHO DE DEUS, é que o homem”supera a si mesmo”, “transcede os limites” de uma simples criatura, “reveste-se” da TRANSCEDÊNCIA DE DEUS! É esta sua condição de FILHO DE DEUS que faz dele e de sua história um MISTÉRIO, que lhe será plenamente desvendado, ao completar na morte os dias de sua existência sobre a terra... para a sua eterna felicidade ou desgraça!
- É neste contexto TRANSCEDE do cosmos e do homem, que deve ser lida a HISTÓRIA DO FILHO DO HOMEM-FILHO DE DEUS, JESUS CRISTO. João Paulo II ensina: “O Redentor do homem, Jesus Cristo, é o centro do cosmos e da história”(Enc. RH 1). É ELE MESMO, JESUS CRISTO, que “grava sua própria HISTÓRIA – a HISTÓRIA do único HOMEM-FILHO DE DEUS – com todo o seu conteúdo, em toda a sua transcendência, no seu Evangelho, que é a BOA NOVA, que Ele anunciou e continua anunciando a todos os homens e a cada homem, de todos os tempos, de todas as raças até os últimos confins da terra, para que, ao seu anúncio, o homem aceite Cristo, a BOA NOVA, e nele descubra e “experimente” sua condição original de filho de Deus em sua inconfundível TRANSCEBDÊNCIA.
- Negar, desconhecer, limitar ou falsificar essa Transcendência do Homem-Filho de Deus, tendo-a simplesmente como “sublimação” própria do ser humano, em virtude do “extraordinário” brilho de sua inteligência, do “irresistível” poder de sua vontade criadora..., é reduzir o homem a uma triste “figura” incapaz de levar a feliz termo todo um processo em que conjuga suas melhores forças, físicas e morais, dentro de um, aliás, magnífico plano de conservação, defesa e promoção dos seus humanos direitos...
- Situe-se, porém, o homem com todos os seus valores,
em todas as suas dimensões “naturais” no seu verdadeiro contexto
transcendente de FILHO DE DEUS. Releia o EVANGELHO DA BOA NOVA, que é
JESUS o FILHO DE DEUS; que se encarna no seio da Virgem Maria e se faz
HOMEM; que padece e morre na Cruz; que ressuscita ao terceiro dia; tudo
isto para revelar ao homem sua autêntica identidade, sua genuína condição
de filho de Deus, “envolto” na transcendência própria de Deus. Ouça o
homem a BOA NOCA, como lhe é anunciada pela Igreja: acolha-a
integralmente, e JESUS CRISTO, unindo-o a si lhe comunicará a experiência
de seu MISTÉRIO PASCAL, a saber, da força redentora de sua morte, e
ressurreição, causa única, exclusiva e total da libertação integral de
todos os homens e de cada homem que por Ele, com Ele e nEle “descobriu”
sua condição de Filho de Deus, envolto no mistério da TRANSCENDÊNCIA
DIVINA, que o torno invencível em todas as lutas que não podem faltar a
quem, no peregrinar terreno, vive, em Cristo, de Deus e como filho no FILHO,
clama no Espírito: “ABBA, PAI” (cf Vat.II- GS 22).
- Essa é a BOA NOVA que se “realiza’ em cada um no
mistério de sua ALMA, viva e imortal. È na profundeza de sua Alma que o
homem acolhe a BOA NOVA, é ungido PELO Espírito de Cristo, é assumido à
transcendência de Deus, como seu FILHO, em CRISTO; é na sua ALMA VIVA e
IMORTAL que se encerram as inefáveis riquezas de CRISTO, que o fazem viver
a BOA NOVA, a VIDA NOVA, de HOMEM NOVO, nascido de Deus (cf. Ef 1,15-19;
2,1-10)!
- Esta foi e será sempre a MISSÃO DA IGREJA DE
CRISTO: anunciar esta BOA NOVA; levar o homem a RECUPERAR SUA VERDADEIRA IDENTIDADE, de FILHO DE
DEUS; pôr em devido relevo a inconfundível TRANSCENDÊNCIA que o envolve,
própria do HOMEM NOVO, como marca divina que deve caracterizar todos e cada
um de seus valores humanos, em toda a dimensão de seu ser: individual,
familiar e social, todas as expressões de sua vida em seu dinamismo
físico, psíquico, intelectual e moral, todas as suas atitudes em toda e
qualquer conjuntura em que vier a se encontrar... O corpo (matéria) não
lhe é de obstáculo na sua
realização de HOMEM NOVO, FILHO DE DEUS. A mesma TRANSCENDÊNCIA DIVINA o envolve, pois é elemento essencial,
disposto pelo próprio Deus, do ser humano, não tem vida própria; recebe-a,
para todos os efeitos, da Alma. O Homem, então, na sua condição nova
de Filho de Deus em CRISTO, servi-se-á de seu corpo com instrumento
também de sua NOVA VIDA, que lhe sem da ALMA, na qual e pela qual,
ungida pelo ESPÍRITO DE CRISTO, O HOMEM NOVO, com todos os seus valores e
em todas as suas dimensões, vive como Filho de Deus.
- Esta é a MISSÃO DA IGREJA DE CRISTO, TODA E
EXCLUSIVA DELA. Para isso ELA, a IGREJA DE CRISTO, SUBSISTE NA IGREJA
CATÓLICA APOSTOLICA TOMANA (cf. Vat.II-LG 8). Este é o SENTIDO TOTAL DE
SUA EVANGELIZAÇÃO. Eis o programa da IGREJA QUE REALMENTE EVANGELIZA, que
o PAPA JOÃO PAULO II DEFINE, PARA
SER SEGUIDO, por quantos, a quem cumpre EVANGELIZAR, no seu sentido pleno: “É precisamente
aqui neste ponto, caríssimos Irmãos, Filhos e Filhas”, escreve o Papa em
sua Enc. “Redemptor hominis”(nº 7), “que se impõe uma resposta fundamental e essencial, a
saber: a única orientação do espírito, a única direção da inteligência, da
vontade e do coração para nós é esta: na direção de Cristo, Redentor do
homem; na direção de Cristo, Redentor do mundo. Para Ele queremos olhar,
porque só nele, Filho de Deus, está a salvação, renovando a afirmação de
Pedro: “ Para quem iremos nós, Senhor? Tu tens palavras de vida eterna”.
Através da consciência da Igreja, tão desenvolvida pelo Concílio, através
de todos os graus desta consciência, através de todos os campos de
atividade onde a Igreja se afirma presente, se encontra e consolida,
devemos tender constantemente para Aquele, “que é a Cabeça”, para “Aquele
de quem tudo provem e nós somos criados para Ele”, para Aquele que é, ao mesmo tempo, “o caminho e a
verdade” e “a ressurreição e a vida”, para Aquele ao ver o Qual vemos o
Pai. (RH nº7). “A Igreja permanece na esfera do mistério da Redenção, que
se tornou precisamente o princípio fundamental da sua vida e da sua
missão”(RH nº 7).
† Gabriel Bueno Couto, O. C. -Bispo de Jundiaí
terça-feira, 11 de março de 2014
11 de março
Hoje, 11 de março de 2014, 32 anos de falecimento do
Servo de Deus Dom Gabriel Paulino Bueno Couto.
Maria, Mãe do Filho de Deus, feito Homem,
fazei-nos homens-fïlhos de Deus! (D.Gabriel)
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