sábado, 19 de setembro de 2020
terça-feira, 10 de março de 2020
38 anos morte de Dom Gabriel
Na manhã de 11
de março de 1982, os sinos amanheceram repicando tristes. Falecia Dom Gabriel
Paulino Bueno Couto, Bispo de Jundiaí, durante 15 anos.
Assim que a
notícia se propagou, pessoas da cidade e da redondeza acorreram para prestar
sua última homenagem a esse homem que deixou uma inequívoca lembrança de bom
pastor e de uma vida exemplar, vivida na santidade.
Os jornais da
cidade e da região traduziam, quase que literalmente, o que se falava em todos
os ambientes: “Perdemos um bispo e ganhamos um santo”.
A celebração
Eucarística que precedeu o sepultamento foi concelebrada por Dom Paulo Evaristo
Arns, mais 21 bispos e 70 sacerdotes.
O clima era de esperança e de Ressurreição. Todos davam ação de graças a Deus
pela existência de Dom Gabriel. A morte dele proclamou a todos a garantia da
Vida Eterna.
Dom Paulo
comoveu a assistência, lembrando as virtudes de Dom Gabriel:
“Talvez sejam três as grandes lembranças que vamos
guardar: a primeira, do homem que reza e faz da sua vida uma oração. Não só quando
ele estava ajoelhado, preso, fixo ao tabernáculo, mas também quando ele falava,
ele estava rezando; quando ele andava, ele rezava; quando ele se comunicava,
ele estava rezando. Parece que a vida toda se transformou numa oração...
Dom Gabriel foi também um grande amigo dos homens.
Organizou toda sua vida em torno de Jesus e da pessoa humana. Então, a pessoa
humana buscava dentro de Jesus sua explicação e sua grande dignidade. Assim ele
podia falar aos pequeninos e conquistá-los. Podia falar aos grandes e mover o
coração. Falava aos padres e era um deles – amigo dos padres em toda parte,
amigo dos bispos, onde os encontrava.
(Dom Paulo, em
particular, o chamava: “meu pai Gabriel”)
Há um terceiro elemento a ser recordado: num corpo
tão fraquinho, numa saúde constantemente ameaçada, numa vida que não se
alimentava senão das coisas do céu como parecia, poder concentrar-se tanta
energia, tanto amor, tanta generosidade, que ele sempre fizesse o dobro daquilo
que a gente esperava, que ele sempre nos desse mais do que nós poderíamos
exigir dele ou esperar dele. Dentro desse corpo tão fraquinho, Deus revelou
realmente uma energia, uma generosidade, uma doação, uma proximidade aos
acontecimentos, uma participação em todas as reuniões e, sobretudo, tempo,
sempre tempo para aqueles que o procuravam.
As
lições de Dom Gabriel sempre foram um sinal de Deus no meio dos homens, na
Igreja”.
segunda-feira, 11 de março de 2019
sábado, 8 de dezembro de 2018
Deus fez o homem realizável
Deus fez o homem realizável e não, realizado; se não quisesse, então, a sua perfeita realização, seria o mesmo que fazer e desfazer a sua obra, deixar a sua obra inacabada. É contra a sabedoria e onipotência divina imaginar que Deus faça o homem com capacidade de crescer, de se desenvolver, de atingir a sua plena maturidade, e impeça ao mesmo tempo que ponha em ação suas potencialidades, mirando a própria realização.
† Dom Gabriel Paulino Bueno Couto, O.C - Servo de Deus
domingo, 2 de setembro de 2018
sábado, 4 de agosto de 2018
Dia do Padre
O
Sacerdote-ministro tem direito (partilhado) sobre a vida da vítima, até poder
imolá-la em sacrifício. Esse direito é que faz o “sacerdote” para sempre, mesmo
quando não exerce.
† Dom Gabriel Paulino Bueno Couto, O.C - Servo
de Deus
segunda-feira, 9 de julho de 2018
9 de julho de 1933 - Ordenação sacerdotal de Dom Gabriel na cidade de Roma
O sacerdote-ministro é da Igreja e para
a Igreja. Quando “sacrifica” a vida de Cristo, o faz como homem da Igreja e para a Igreja, não
como indivíduo particular, isto é, sob sua própria e exclusiva
responsabilidade. Por isso, se o ato de “imolar a vítima”, ainda que
“sacramental” (sempre real, sem dúvida), fosse “criminosa”, por falta de
qualquer título ou de direito ou de “poder”, então toda a Igreja seria
responsabilizada, seria “ré” de um “atentado” contra a vida de Cristo.
† Dom Gabriel Paulino
Bueno Couto, O.C - Servo de Deus
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