quinta-feira, 30 de maio de 2013

Corpus Christi



Ao conservar nos nossos sacrários a HÓSTIA do sacrifício litúrgico, a Igreja o faz não só para a comunhão de seus filhos, mas também para “perpetuar”, de algum modo, o momento da oblação sacrifical litúrgica e proporcionar assim a seus filhos peregrinos na terra “um pouco” da eternidade da CONTEMPLAÇÃO que, no Céu, inebria seus filhos, do FILHO DE DEUS, Cordeiro de Deus, morto e ressuscitado, vivo na glória de Deus. Quando, então, a expõe, visível, sobre o altar, para a sua adoração mais prolongada, quer vê-los unidos ao redor de Cristo Jesus, Hóstia Pura, Hóstia Santa, Hóstia Imaculada da oblação sacrifical litúrgica celeste e terrestre, a contemplá-la à luz da FÉ, assim como no Céu a contemplam seus irmãos à luz da GLÓRIA, exultantes todos de inefável alegria!
Jundiaí, 12 de Junho de 1977.

D. Gabriel Bueno Couto - Bispo Diocesano.

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