domingo, 29 de janeiro de 2017

Virgem Maria

Assim, Maria Virgem pertence à Igreja como o seu membro mais perfeito, em que se manifesta maravilhosamente toda a vitalidade de Cristo, que é a vida da Igreja; como sua mãe, por ser Mãe de Cristo e por trazer, pela mediação, a Cristo e nele à Igreja outros membros que, pela mesma mediação, conserva e promove até a plena realização, aumentando assim e enriquecendo sem cessar o Corpo Místico, que é a Igreja.
† Dom Gabriel Paulino Bueno Couto, O.C - Servo de Deus

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Virtude



Virtude é consequência da vida e só temos vida se estamos em Cristo. – A caridade é efeito da “vida”, e a comunhão alimenta essa vida.
Quanto mais vivo de fé, mais Deus aumenta a minha fé. -  A razão de ser de minha fé é saber  que onde estou está Deus.
† Dom Gabriel Paulino Bueno Couto, O.C - Servo de Deus

domingo, 8 de janeiro de 2017

50 Anos da Diocese de Jundiaí






O Mistério de Cristo e a Felicidade
É na medida em que o homem possuir a Cristo, que ele será feliz. Foi indubitavelmente para a felicidade do homem, que o Filho de Deus se fez homem e se chamou Jesus, que quer dizer Salvador. E em Cristo Jesus que o homem recupera-se a si mesmo, integralmente, e torna-se capaz de se realizar como homem segundo o conceito de Deus, que o criou, e em se realizando, ser feliz.
† Dom Gabriel Paulino Bueno Couto, O.C - Servo de Deus

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

50 anos da Diocese de Jundiai


Na Epifania do Senhor no ano de 1967, é criada a Diocese de Jundiaí, com a posse de Dom Gabriel Paulino Bueno Couto, O. C.

“O Mistério de Cristo e o Bispo Diocesano

E se perguntardes, agora, ao vosso Bispo, porque o Espírito Santo o colocou à vossa frente, povo eleito de Deus, ele vos responderá, em plena convicção, não obstante reconhecer a insuficiência de suas forças, que foi para vos anunciar o mistério de Cristo.
A minha missão junto a vós é levar a cada um, sejam quais forem à idade e as condições de vida, onde estiverdes, oportuna e inoportunamente, dialogando, exprobrando, exortando, com toda a paciência e vontade de ensinar, à consciência de Cristo em vós, de vossa inserção no mistério de Cristo.
Esta é com efeito a vontade de Deus Pai: revelar seu Filho em vós para que todos vós vos salveis, porque, sem Ele, ninguém pode salvar-se.
Dar Cristo ao homem que ainda não o possui; tornar consciente de Cristo o homem que já o possui, eis a minha missão que incumbe a mim como a todos os ministros de Cristo e dispensadores dos mistérios de Deus.
Na medida em que se realizar essa posse de Cristo pelo homem, o Reino de Deus irá crescendo na terra, esse Reino, cuja perfeita instalação na terra dos homens o Espírito de Deus nos ensina a pedir ao nosso Pai, que esta no céu.”
† Dom Gabriel Paulino Bueno Couto, O.C - Servo de Deus

domingo, 18 de dezembro de 2016

Cristo é vida


Nós temos com Cristo comunidade de vida, de tudo. Estando com Cristo, seja qual for a circunstância de nossa vida, venceremos mesmo a morte, porque participaremos da vitória de Cristo.
Não devemos nos deter nos pecados, pensar neles. Antes, devemos pensar na vida, revigorar a vida, e os pecados diminuirão.
Cristo quer que, positivamente, com a liberdade, eu tome consciência de que a fonte (da vida) é ele. – O batizado incorpora-se a Cristo. Eu estou em Cristo para ter vida. Cristo é vida
† Dom Gabriel Paulino Bueno Couto, O.C - Servo de Deus

domingo, 4 de dezembro de 2016

Ódio - Amor

Odiar uma coisa é muito grave porque é destruí-la. O ódio atinge as aparências e a essência. Quando odeio, quero que a coisa não exista, não seja, isto é, destruo a sua realidade. É o ato mais desumano que há.
O amor é o ato que mais realiza o homem. Faz sua realidade da coisa que ama, traz para si a realidade da coisa que amada. – O amor constrói. – Amar é querer a realização do outro. -Amar é aderir à  realidade do outro.
† Dom Gabriel Paulino Bueno Couto, O.C - Servo de Deus

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Ideal do homem Ser Filho de Deus

Vocês conhecem aquela cena da mulher adúltera?
Uma mulher foi descoberta em adultério, e os fariseus, daquele tempo, zelosos dos dez mandamentos, carregaram a pobre criatura e foram colocar diante de Cristo - na sua malícia - e disseram:
“Mestre: esta dona aqui foi apanhada em adultério, o que o Senhor acha?
A nossa lei Moisés manda que ela seja apedrejada é o castigo do adultério, e você o é que diz?”
Malícia deles!
Se o Cristo dissesse: “deixa a mulher a apedrejem!”
Este homem que anda dizendo que é bom e agora manda matar uma pobre coitada, acabou com o prestígio do Cristo.
Se Ele dissesse: “Soltem!”
Este homem que diz que veio observar a lei está rompendo com a lei de Moisés. Acusariam Cristo de infidelidade da lei.
Cristo sabe com quem está falando.
Ele agachou-se e, diz o Evangelho, começou a escrever no chão.
Que ninguém vá perguntar o que será que Ele estava escrevendo.
Ele estava fazendo como a gente faz quando está esperando uma resposta; pega um lápis e fica fazendo um risquinho para deixar tempo.
Ele estava lá com o dedo no chão esperando uma resposta.
De repente Ele diz:
“Quem de vós estiver sem pecado que atire a primeira pedra”.
E ficou esperando a resposta.
Passou um, passou dois, três minutos, depois, Ele não disse nada.
E a turma lá começou a dar o fora.
O Evangelho diz que começou pelos mais velhos.
Malícia do evangelista.
O mais velho estava com a consciência bem vamos dar o fora, ‘o negócio não é comigo’, saiu um, saiu outro, saiu o terceiro, o quarto, e a praça ficou vazia.
Cristo, depois olhou e disse:
“Mulher, onde estão aqueles que condenavam?
Ninguém te condenou?
Não!
Eu também não te condeno!
Vai, e não peques mais!”
Este amor, a sua santidade dava essa convicção Nele.
E, ao mesmo tempo, fazia um com o outro.
Reconciliava os pecadores.
Este é o Filho de Deus.
Era o dono da morte; mandou a morte deixar Lázaro, e Lázaro ressuscitou.
É o Filho de Deus na plena posse das forças da natureza.
E o homem, filho de Deus, criado por Deus, devia ser a mesma coisa, dominando a natureza.
Nós temos o Cristo, em si, Filho de Deus, Homem perfeito.
Homem que atingiu e realizou o ideal do homem.
Entendem bem isto; porque é um defeito muito grande nosso pensar no Cristo lá como estrela no fundo do firmamento.
Não! Ele é um homem como nós, e é o verdadeiro homem, porque Ele é o homem perfeito.
E nos continuaremos a ser falsos porque não respondemos – por nossa conta – a este ideal.
Ele é o Homem perfeito.
Imaginemos que só Ele tivesse existido e que todos nós afundássemos no barranco, no abismo. Deus teria realizado seu plano.
Porque no mundo existe um homem, o único Filho de Deus, que é o Cristo e que basta para Pai para dar toda a honra e glória a seu Filho.
Mas Cristo não veio para isto só. Ele veio para mostrar que existe o Filho de Deus, Homem, e para eu tornar-me homem.
Que o Pai mandou o Filho para, no Filho, nós nos tornarmos homem.
E o ideal humano – homem – se concretiza Nele.
Dizer que, o ideal do homem é ser filho de Deus, é dizer a mesma coisa que: encontrar o Cristo e viver dEle.

Este é o ideal.
† Dom Gabriel Paulino Bueno Couto, O.C - Servo de Deus