domingo, 30 de outubro de 2016

Matrimônio

Pelo sacramento do matrimônio, os cônjuges assumem o ministério conjugal e familiar, que a Igreja lhes atribui em caráter permanente; ficam, pois, habilitados a servir, como seus ministros, a caridade esponsal da Igreja, amando-se mutuamente e procriando verdadeiros filos de Deus.
Pelo ministério conjugal e familiar, que assumiram por  toda a vida, mediante o pacto-sacramento do matrimonio, os esposos, ministros da caridade esponsal de Cristo e da Igreja, atuante na caridade-amor que os une entre si, tornam-se testemunhas vivas de CRISTO JESUS.
“REVELAÇ ÃO PERFEITA DE DEUS-AMOR!”

† Dom Gabriel Paulino Bueno Couto, O.C - Servo de Deus

domingo, 23 de outubro de 2016

Caridade


A caridade mútua entre os membros do corpo místico de Cristo não cria a unidade, mas é fruto da unidade. -  A unidade é Cristo, única realidade para cada um dos membros. A caridade é, então, a virtude pela qual os membros manifestam a única realidade de todos, Cristo. É o bom odor de Cristo; é a mesma incorporação em Cristo vivida por todos.
† Dom Gabriel Paulino Bueno Couto, O.C - Servo de Deus

domingo, 2 de outubro de 2016

Revelação de Deus-Amor



Cristo Jesus entra na história do universo como a perfeita, exclusiva e definitiva  “revelação de Deus-Amor”.  Filho de Deus feito homem, ele “revela”, seja a plenitude do Deus que ama o homem, e no homem todo o universo, seja a plenitude do Homem e, no homem, a plenitude do próprio universo que ama Deus. Por isso Nosso Senhor Jesus Cristo foi constituído “eterna revelação de Deus que ama e é amado”.
† Dom Gabriel Paulino Bueno Couto, O.C - Servo de Deus

domingo, 25 de setembro de 2016

Devoçao a Nossa Senhora



A devoção a Maria é o aroma da nossa fé, é o sorriso celeste às almas dos fiéis, é a nota feliz para os nossos corações, é a pulsação mais cara da nossa vida cristã.
A devoção a Maria, elevada por Deus à suprema dignidade de Mãe, mestra e medianeira do universo, apareceu enquanto ainda viviam os apóstolos, como um pequeno rio junto ao cristianismo, e com ele se alargou e se difundiu sobre toda a terra.
Não tenhamos medo de ser devotos “demais” de a Virgem Maria, mãe de Deus e nossa mãe.
† Dom Gabriel Paulino Bueno Couto, O.C - Servo de Deus

domingo, 4 de setembro de 2016

Igreja

Para compreender a Igreja é preciso compreender Cristo, Cristo como centro, como ponto de convergência, como razão de ser da Igreja. Porque Cristo é a fonte da teologia, do culto, da vida espiritual da Igreja.
A Igreja subsiste precisamente porque o Filho de Deus se fez homem por amor ao homem, padeceu e morreu por amor ao homem, ressuscitou e subiu ao céu por amor ao homem.
† Dom Gabriel Paulino Bueno Couto, O.C - Servo de Deus

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Vocação Filho de Deus



Bem, então vamos falar aqui agora um instante que é fundamental, já vimos que o Cristo realmente, isso atende a vocês um pouco a ter mais atenção, que o Cristo é resposta exclusiva, o Cristo não tem rival, que o Cristo é que eu quiser fazer a menos encontro outro que me faz, é só Por Com  e Nele e responderei a minha vocação para Filho de Deus entrando nesse sentido.
Sem ele não e possível, quem não está comigo está contra mim, ninguém vai ao Pai senão por mim, ninguém conhece o Pai senão o Filho e a quem quiser o Filho revelar, certo, eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida, quem ouve as minhas palavras ouve o meu Pai, quem me vê, vê o Pai, não vamos passar de um polo para outro porque não existe essa possibilidade nos podemos criar fazer várias pontes para chegar a Deus, mas a uma só ponte, não passou por ela está no buraco, isto é do Evangelho pode ver lá no Evangelho vocês vão ver como é drástica a afirmação do Cristo.
Quem crê no Filho do Homem tem a vida, quem não crê permanece morto, quem crê em mim estiver vivo não morrerá nunca, quem crer em mim e morrer voltará a viver, porque eu sou a Ressurreição e a Vida.
Eu sou a única porta pela qual se entra no redil, quem quiser entrar de outro jeito é ladrão, é saltador, eu sou o único pastor, único, não existe vários pastores se eu sou pastor, como disse, eu não sou paralelo a Cristo, eu sou alguém a quem Cristo atribui a sua  dignidade em termos naturalmente proporcionados, para que eu posso por meu meio, o Cristo possa continuar a guiar o seu rebanho, mas ele e o único, não sou eu, ninguém nenhum padre nem o papa substitui o Cristo, são instrumentos que o Cristo mesmo estabeleceu para ele diretamente unir-se a mim e tornar-se Filho de Deus.
Os sacramentos não e o padre é o Cristo que por meio da Confissão, do Batismo dos sacramentos, Crisma e outros e que o Cristo continua ele a agir em mim aumentando esse      mar para que eu possa me tornar mais Filho de Deus.
Portanto não há coros diferente na Igreja há um só Cristo uma única vida um único ideal, Filho de Deus para o grande, para o pequeno, para o jovem, para o adulto, para o bispo, para o padre, para os casados, só, tudo é qualquer profissão, ai a colocação anterior, tudo e qualquer objetivo: médico, advogado é validíssimo desde que sirva para aumentá-lo mais,  se ser padre não me faz  crescer no mais, nunca, eu vou abandonar o sacerdote hoje, porque a minha realidade depende desse mais, tá certo, se uma profissão ou um estado de vida me ajudar a aumentar o mais, eu vou ser aquilo, porque eu quero me realizar, tá certo, se o casamento me fizer  mais  Filho de Deus me fizer encontrar mais o Cristo eu vou me casar.
Por direito por necessidade de realização, quando nesse caso vocês deveriam ter essa preocupação, nós nos casamos para ajudar-nos uns aos outros a encontrar o Cristo e viver nele, os Filhos que vierem se ajuntam a nós para juntos a família, encontrar o Cristo e viver dele tornando-nos Filhos de Deus.

Essa é a posição única de qualquer homem que venha a esse mundo, a profissão não é condenável, no esporte no passeio no fim de semana desde que seja útil e me leve a viver mais do Cristo para ser mais Filho de Deus, tá certo.
† Dom Gabriel Paulino Bueno Couto, O.C - Servo de Deus

domingo, 21 de agosto de 2016

A verdadeira Vida



]

Eu tenho a vida de Cristo, aquela vida que Ele recebeu para ser minha vida. – Porque Cristo é minha vida. Estamos numa realidade histórica, não teórica. Nós já possuímos nossa realização, já possuímos nossa realidade, que é igual a Cristo. Não Cristo como modelo, como mestre, mas como Cristo-Vida. Cristo é resposta integral aos nossos anseios. Se não encontro toda essa força em Cristo estou num erro de perspectiva. É preciso ter convicção na força de Cristo.
† Dom Gabriel Paulino Bueno Couto, O.C - Servo de Deus